Paramount não desiste

A guerra das gigantes do entretenimento não acaba

Bom dia, no Money Docs de hoje você vai ver:

Focus

—Trump e Exxon

—Paramount não da Warner

— Inflação de aluguel

—Stablecoins

Money Docs, Edição número 115 de terça-feira, 13/01/2026

Focus: inflação cai, mas juros seguem altos até o fim do ano

ECONOMIA

Se você tava esperando uma mudança radical nas expectativas do mercado, não foi dessa vez.

O Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (12/jan) trouxe apenas pequenos ajustes nas projeções econômicas. A principal mudança: a inflação de 2026 caiu levemente, mas continua acima do centro da meta.

As projeções que você precisa saber:

IPCA (inflação):

  • 2026: 4,05% (era 4,06% na semana anterior — queda de 0,01 p.p.)

  • 2027: 3,80% (sem mudanças)

  • Meta do BC: 3,0% (tolerância de 1,5 p.p. = banda de 1,5% a 4,5%)

Selic (juros):

  • Atual: 15% ao ano

  • Primeira queda esperada: Março de 2026 (corte de 0,5 p.p.)

  • Fim de 2026: 12,25%

  • Fim de 2027: 10,50%

  • (Todas as projeções sem mudanças)

PIB (crescimento):

  • 2026: 1,80%

  • 2027: 1,80%

  • (Sem alterações)

O que mudou na prática?

Quase nada. O mercado fez apenas ajuste marginal de 0,01 ponto percentual na inflação de 2026 — praticamente irrelevante.

A inflação de 2025:

O Focus veio logo após a divulgação do IPCA de dezembro, que mostrou:

  • Inflação em dezembro: 0,33%

  • Inflação acumulada em 2025: 4,26% (abaixo do teto da meta de 4,5%)

  • Processo de desinflação consolidado, apesar da pressão contínua do setor de serviços

Ou seja: 2025 terminou dentro da meta, mas no limite superior — longe do centro de 3%.

O que o mercado espera pros juros:

A expectativa permanece a mesma das últimas semanas:

Cronograma de cortes da Selic:

  • Março/2026: Primeiro corte de 0,5 p.p. (Selic vai de 15% pra 14,5%)

  • Ao longo de 2026: Cortes graduais até chegar em 12,25% no fim do ano

  • 2027: Mais cortes, terminando o ano em 10,50%

Importante: mesmo com os cortes, a Selic vai continuar bastante restritiva. A taxa neutra (que não acelera nem freia a economia) é estimada entre 8-9%. Qualquer coisa acima disso ainda segura o crescimento.

E o PIB?

Mercado segue pessimista quanto ao crescimento:

  • 2026: 1,8%

  • 2027: 1,8%

Isso é bem abaixo do que o Brasil precisa pra reduzir desigualdades e melhorar infraestrutura (ideal seria 3%+).

Trump ameaça banir Exxon da Venezuela depois que CEO chamou o país de investível

INTERNACIONAL

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse no domingo (11/jan) que pode impedir a Exxon Mobil de investir na Venezuela depois que o CEO da empresa, Darren Woods, chamou o país de "não investível" durante uma reunião na Casa Branca na sexta-feira anterior.

O que aconteceu na reunião:

Na sexta-feira passada, Trump convocou pelo menos 18 executivos das maiores petroleiras dos EUA (incluindo Exxon, Chevron e ConocoPhillips) pra uma reunião de alto nível. O objetivo? Convencê-los a investir US$ 100 bilhões pra revitalizar a indústria petrolífera venezuelana.

A reunião aconteceu menos de uma semana depois que forças americanas capturaram e removeram Nicolás Maduro do poder em uma operação noturna.

A resposta que Trump não queria ouvir:

Darren Woods, CEO da Exxon, foi direto ao ponto:

"Se olharmos para as estruturas legais e comerciais em vigor na Venezuela hoje, não é possível investir."

Woods explicou que a Exxon precisaria de:

  • Proteções duradouras aos investimentos (garantias de que os ativos não serão confiscados de novo)

  • Reforma da lei de hidrocarbonetos do país

  • Mudanças significativas em relação ao que aconteceu no passado

E ele tinha motivos pra desconfiança:

"Nossos bens foram confiscados duas vezes e, portanto, você pode imaginar que para voltar a entrar uma terceira vez seriam necessárias algumas mudanças bastante significativas."

A reação furiosa de Trump:

No domingo, voltando pra Washington no Air Force One, Trump deixou claro que não gostou nada:

"Não gostei da resposta da Exxon. Provavelmente estarei inclinado a manter a Exxon fora. Não gostei da resposta deles. Eles estão se fazendo de engraçadinhos demais."

Tradução: Trump esperava que as petroleiras batessem continência e dissessem "sim, senhor". Quando o CEO da Exxon trouxe a realidade à tona, o presidente americano ameaçou bani-los do negócio.

O histórico traumático das petroleiras americanas na Venezuela:

Os três maiores produtores de petróleo dos EUA — Exxon, ConocoPhillips e Chevron — foram durante décadas os parceiros mais importantes da PDVSA (estatal venezuelana).

Aí veio Hugo Chávez.

Entre 2004 e 2007, o governo chavista nacionalizou o setor petrolífero:

  • Chevron: Negociou acordos de parceria e ficou (mas com condições bem ruins)

  • Exxon e ConocoPhillips: Saíram do país e entraram com processos de arbitragem internacional

Resultado: as duas empresas conseguiram decisões favoráveis em tribunais internacionais, mas nunca receberam a compensação completa. Os ativos foram confiscados duas vezes (uma por Chávez, outra por Maduro).

Por que as petroleiras estão céticas:

Darren Woods resumiu bem:

  1. Histórico de expropriação: Já perderam bilhões duas vezes

  2. Marco legal instável: Leis venezuelanas não protegem investidores estrangeiros

  3. Infraestrutura destruída: Décadas de má gestão deixaram refinarias, poços e portos sucateados

  4. Risco político: Mesmo com Maduro fora, não há garantias de que um novo governo não fará o mesmo

  5. Retorno incerto: Investir US$ 100 bilhões num país quebrado, sem lei funcional, é aposta de altíssimo risco

A posição da ConocoPhillips:

Embora a reportagem não detalhe a fala deles, a ConocoPhillips também saiu da Venezuela e tem processos de arbitragem bilionários contra o país. É improvável que estejam mais otimistas que a Exxon.

E a Chevron?

A Chevron ficou na Venezuela mesmo durante os anos Chávez/Maduro, mas em condições péssimas:

  • Produção mínima

  • Contratos desfavoráveis

  • Constante ameaça de nacionalização total

  • Sanções americanas complicando operações

Mesmo assim, pode ser a única das três disposta a voltar — porque nunca saiu completamente.

O dilema de Trump:

O presidente americano quer usar a Venezuela pra:

  1. Mostrar poder: "Derrubamos Maduro e agora vamos reconstruir o país"

  2. Controlar petróleo: Venezuela tem as maiores reservas do mundo (~20% do total global)

  3. Expulsar China/Rússia: Retomar influência na América Latina

  4. Criar empregos americanos: US$ 100 bi em investimentos = milhares de vagas

Mas os executivos não são tolos.

Eles sabem que:

  • Investir na Venezuela é extremamente arriscado

  • Sem mudanças legais profundas, o dinheiro pode ser confiscado de novo

  • A infraestrutura tá tão destruída que vai custar muito mais que US$ 100 bi pra recuperar

  • Pode levar 10-15 anos pra começar a ter retorno

A ameaça de Trump pode sair pela culatra:

Se Trump realmente banir a Exxon, ele vai:

  • Perder uma das empresas mais experientes em projetos complexos

  • Assustar outras petroleiras (se Exxon pode ser punida por dizer a verdade, quem garante que outras não serão?)

  • Mostrar que o governo americano não respeita decisões empresariais racionais

Bottom line: Trump esperava que as petroleiras americanas fossem bater continência e despejar US$ 100 bilhões na Venezuela. Em vez disso, o CEO da Exxon trouxe a realidade: sem mudanças legais profundas, o país é "não investível". A reação do presidente? Ameaçar banir a empresa.

Paramount vai a justiça para impedir fusão da Waner Bros. e Netflix

NEGÓCIOS

A Paramount Skydance anunciou nesta segunda-feira (12/jan) que vai indicar nova lista de diretores pro conselho da Warner Bros. Discovery e entrou com ação judicial pra tentar bloquear a fusão planejada entre Warner Bros. e Netflix.

O que tá em jogo:

  • Netflix ofereceu: US$ 27,75 por ação pelos estúdios e streaming da Warner Bros. (+ desmembramento de CNN e TNT pros acionistas)

  • Paramount oferece: US$ 30 por ação pela Warner Bros. inteira (sem desmembramento)

  • Diferença: US$ 2,25 por ação (8% a mais que a oferta da Netflix)

A estratégia da Paramount:

David Ellison, CEO da Paramount, foi direto ao ponto em uma carta enviada ao conselho da Warner Bros.:

"Estamos comprometidos em levar nossa oferta adiante. Isso provavelmente dependerá do voto dos acionistas em uma assembleia."

A Paramount vai:

  1. Contestar o acordo com a Netflix na assembleia anual regular da Warner Bros.

  2. Indicar nova lista de diretores pro conselho (tentando tomar controle)

  3. Processar a Warner Bros. na justiça de Delaware pra forçar divulgação de informações

  4. Buscar mudanças no estatuto pra que acionistas votem especificamente sobre o desmembramento

Por que a Paramount processou?

A empresa acusa a Warner Bros. de não revelar informações críticas:

  • Como avalia os ativos de TV a cabo (CNN, TNT) que pretende desmembrar antes da venda

  • Detalhes financeiros necessários pra acionistas tomarem decisão informada

Ellison argumenta que os acionistas não têm dados suficientes pra saber se o acordo com a Netflix é realmente vantajoso.

A reação do mercado:

  • Warner Bros. (WBD): Caiu 1,5% no início das negociações

  • Netflix (NFLX): Leve alta

  • Paramount: Permaneceu estável

Por que a Netflix quer a Warner Bros.?

O acordo da Netflix com a Warner Bros. é estratégico:

  • Compra os estúdios de cinema (Warner Bros. Pictures, DC Studios)

  • Fica com o negócio de streaming (Max/HBO Max)

  • Desmembra CNN e TNT pros acionistas antes do fechamento (livrando-se de ativos problemáticos da TV a cabo)

Com isso, a Netflix:

  • Controla um dos maiores estúdios de Hollywood

  • Absorve catálogo gigante (Harry Potter, DC Comics, Game of Thrones, etc.)

  • Elimina concorrente direto (Max)

  • Se consolida como líder absoluta do streaming

Por que a Paramount tá brigando tanto?

A empresa argumenta que sua oferta é objetivamente melhor:

Paramount (US$ 30/ação):

  • Compra tudo (estúdios + streaming + TV a cabo)

  • Não desmembra ativos

  • Paga mais por ação

Netflix (US$ 27,75/ação):

  • Compra só estúdios + streaming

  • Desmembra CNN/TNT (deixa acionistas com ativos em declínio)

  • Paga menos

A Paramount diz: "Se você somar o valor real da CNN e TNT após desmembramento, nossa oferta é muito melhor."

O desmembramento é o ponto polêmico:

CNN e TNT são ativos de TV a cabo em declínio:

  • Audiência caindo ano após ano

  • Receita publicitária despencando

  • Custos operacionais altos

A Netflix não quer esses canais — daí o desmembramento. Mas a Paramount acusa a Warner Bros. de não deixar claro quanto valem esses ativos separadamente.

Quando os acionistas vão votar?

A Paramount disse que vai contestar na:

  • Assembleia anual regular da Warner Bros., ou

  • Reunião especial convocada especificamente pra aprovar a fusão com a Netflix

Ellison deixou claro: se o conselho da Warner Bros. não quiser negociar com a Paramount, a decisão vai pro voto dos acionistas.

E se a Paramount conseguir indicar novos diretores?

Aí o jogo muda completamente. Se a Paramount conseguir eleger uma nova lista de diretores pro conselho da Warner Bros., pode:

  • Cancelar o acordo com a Netflix

  • Aprovar a fusão com a Paramount

  • Renegociar tudo do zero

Isso é chamado de proxy fight (briga por procurações) — tática agressiva mas comum em Wall Street.

A ação judicial em Delaware:

A Paramount entrou com processo na justiça de Delaware (estado onde a maioria das grandes empresas americanas está registrada) pedindo que a Warner Bros. divulgue mais informações sobre:

  • Avaliação dos ativos de TV a cabo

  • Projeções financeiras pós-desmembramento

  • Detalhes do acordo com a Netflix

O argumento: acionistas não podem votar sem informação completa.

O que a Warner Bros. disse:

Por enquanto, nenhum comentário oficial foi divulgado. A empresa provavelmente tá preparando resposta jurídica e estratégica.

E a Netflix?

Também sem comentários públicos.

Inflação de aluguel sobe a 0,28% em janeiro

ECONOMIA

A Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgou nesta segunda-feira (12/jan) a primeira prévia do IGP-M de janeiro, mostrando aceleração em relação a dezembro: o índice subiu 0,28%, contra 0,15% na mesma leitura do mês anterior.

Os números que você precisa saber:

IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado):

  • Primeira prévia de janeiro: 0,28%

  • Primeira prévia de dezembro: 0,15%

  • Variação: Aceleração de 0,13 ponto percentual

IPA-M (Índice de Preços ao Produtor Amplo — atacado):

  • Janeiro: 0,30%

  • Dezembro: 0,15%

  • Variação: Dobrou de um mês pro outro

IPC-M (Índice de Preços ao Consumidor):

  • Janeiro: 0,21%

  • Dezembro: 0,07%

  • Variação: Triplicou

INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção):

  • Janeiro: 0,27%

  • Dezembro: 0,29%

  • Variação: Leve desaceleração

O que cada índice significa:

  • IGP-M: Mistura preços do atacado (60%), varejo (30%) e construção civil (10%). É o índice mais usado pra reajuste de aluguéis e contratos de longo prazo

  • IPA-M: Preços no atacado — matérias-primas, produtos industriais, commodities

  • IPC-M: Preços que o consumidor paga no dia a dia

  • INCC-M: Custos da construção civil (materiais, mão de obra)

Por que o IGP-M acelerou?

O principal motor foi o IPA-M (atacado), que dobrou de dezembro pra janeiro (de 0,15% pra 0,30%). Isso significa que:

  • Matérias-primas ficaram mais caras

  • Produtos industriais subiram

  • Commodities podem ter pressionado

O IPC-M (varejo) também teve alta significativa, triplicando de 0,07% pra 0,21% — sinal de que a pressão do atacado já tá começando a chegar no bolso do consumidor.

O que isso significa pro seu aluguel:

O IGP-M é o índice mais usado em contratos de aluguel. Se ele continuar acelerando:

  • Quem tem contrato com reajuste anual baseado no IGP-M pode ver aumento maior

  • A prévia de janeiro é só o começo — falta ver as próximas leituras (segunda e terceira prévias, e o índice fechado)

Mas atenção: Desde 2022, muitos contratos migraram pro IPCA (inflação oficial), que costuma ser mais baixo que o IGP-M e mais previsível.

Construção civil desacelerou (um pouco):

O INCC-M teve leve queda de 0,29% pra 0,27%. Isso pode indicar:

  • Materiais de construção não subiram tanto quanto atacado e varejo

  • Mão de obra estável

  • Demanda por construção mais fraca (reflexo dos juros altos)

Contexto: IGP-M em 2025:

O índice teve um 2025 relativamente comportado, especialmente se comparado aos anos de 2021-2022 quando explodiu acima de 30% em 12 meses (gerando reajustes absurdos de aluguel).

Mas a aceleração no começo de 2026 acende um sinal de alerta: se a tendência continuar, pode pressionar custos ao longo do ano.

Bottom line: A primeira prévia do IGP-M de janeiro mostra aceleração puxada principalmente pelo atacado (IPA-M), com o varejo (IPC-M) também subindo forte. Se você tem aluguel reajustado pelo IGP-M, fique de olho nas próximas leituras

Stablecoins devem movimentar até US$56 tri até 2030

CRYPTOS

Segundo projeção divulgada pela Bloomberg, os fluxos globais de pagamentos com stablecoins podem alcançar US$ 56,6 trilhões até 2030. Em 2025, o volume já bateu US$ 33 trilhões — alta de 72% em relação a 2024.

Os números que você precisa saber:

  • Volume em 2025: US$ 33 trilhões

  • Projeção pra 2030: US$ 56,6 trilhões

  • Crescimento anual composto: ~81% ao ano

  • Ponto de partida (2024): US$ 2,9 trilhões

Traduzindo: stablecoins saíram da categoria "coisa de nerd" e entraram pra disputa direta com meios tradicionais de pagamento (SWIFT, cartões, remessas bancárias).

*OBS: Você pode aprender o que é Stablecoin clicando aqui

O Brasil já tá DENTRO:

O impacto no Brasil é gigantesco:

  • ~90% do volume cripto negociado no país envolve stablecoins

  • Entre julho/2024 e junho/2025: brasileiros movimentaram R$ 318,8 bilhões em cripto

  • Isso representa quase 1/3 de toda a América Latina

Por que brasileiros usam tanto stablecoin?

A resposta tá no câmbio:

  • Em 2025, o dólar variou entre R$ 5,40 e R$ 5,80

  • Volatilidade do real faz brasileiro buscar proteção em dólar

  • Stablecoins são a forma mais rápida/barata de "dolarizar" patrimônio sem abrir conta no exterior

Casos de uso crescendo:

Stablecoins não são mais só pra trading. Hoje, servem pra:

1. Remessas internacionais:

  • Enviar dinheiro pro exterior sem taxas absurdas de banco

  • Receber pagamentos de fora instantaneamente

2. Proteção cambial:

  • Segurar "dólares digitais" quando o real tá caindo

  • Evitar perda de poder de compra

3. Pagamentos internacionais:

  • Empresas pagando fornecedores no exterior

  • Freelancers recebendo em dólar

4. DeFi (finanças descentralizadas):

  • Emprestar stablecoins e ganhar juros

  • Usar como garantia pra outros investimentos

5. Pressão de bancos centrais:

  • CBDCs (moedas digitais de bancos centrais) podem competir

  • Governos podem restringir uso de stablecoins privadas

E o Drex nisso tudo?

O Drex (moeda digital do Banco Central brasileiro) pode competir com stablecoins no futuro, mas:

  • Drex será real digital, não dólar

  • Stablecoins oferecem dolarização, que é o que brasileiro quer

  • Drex tem vantagem em integração bancária, mas perde em proteção cambial

Como fechou os mercados em 12/01/2026

🇧🇷Ibovespa: 163.150,23 pts

💸Dólar: R$5,39

📉S&P500: 6920,50 pts

🇪🇺Euro: R$6,29

Bitcoin: R$490.1K

💲Etherium: R$16.9K

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Até quinta

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